Daniel Kenji Ishii vence competição profissional do Aberto do Itanhangá no Rio de Janeiro

11/10/2021

Breno Domingos, de Japeri, é o campeão amador e entra para o ranking mundial de golfe

por Ricardo Fonseca | fotos Fábio Vicente

O 59° Aberto do Itanhangá Golf Club – Alfacell Open, disputado de sexta-feira a domingo, 8 a 10 de agosto, consagrou dois talentos do golfe brasileiro: Daniel Kenji Ishii, que venceu a competição profissional depois de ter sido tricampeão amador do torneio, de 2016 a 2018; e Breno Domingos da Silva, de 24 anos, revelação da Associação Golfe Público de Japeri, projeto social desenvolvido na Baixada Fluminense, que venceu a categoria scratch por sete tacadas de vantagem e, com isso, entrou para o Ranking Mundial Amador de Golfe (WAGR).

Kenji foi campeão profissional de ponta a ponta, com 203 (64-70-69) tacadas, 10 abaixo do par e duas de vantagem sobre Felipe Navarro, vice com 205 (64-70-69). Caio Barbosa, head-pro do Itanhangá e um dos líderes do primeiro dia, ficou em terceiro, com 206 (64-71-71), seguido por Rogério Bernardo, com 211 (71-67-73); Pedro Nagayama, com 212 (66-71-75); e Axell Balestre, com 220 (78-70-72). Rafa Barcellos, que vinha de um título na semana anterior, na Taça Rio de Janeiro de Golfe Profissional, também no Itanhangá e com a mesma premiação, com oito abaixo, desta vez terminou em 12؟, com 11 acima (70-77-77).

Ranking Mundial – Mas ninguém saiu de campo mais feliz do que Breno Domingos, que realizou o sonho de entrar para o WAGR ao vencer o torneio amador com 220 (76-70-74) tacadas, sete acima. Foi sua consagração como um dos novos valores do golfe brasileiro e do trabalho social de Japeri, que vem mostrando a cada dia que talento não escolhe classe social. Muitos dos melhores do Brasil, incluindo o gaúcho Andrey Xavier, número 1 do ranking nacional e brasileiro mais bem colocado do WAGR, na 54ª colocação, saíram de famílias de baixa renda e foram revelados em projetos sociais.

Humberto Rodrigues, outra revelação de Japeri, mas que foi morar no Rio de Janeiro e hoje compete pelo Campo Olímpico, ficou em segundo, com 227 (78-76-73), empatado com Júlio Yin, do Itanhangá (75-77-75). Em quarto, com 231 (76-74-81), ficou Deivid Barbosa de Oliveira, outro jogador vindo de família de baixa renda, que foi revelado no Clube Capixaba (ES), onde seu pai trabalha, e é filiado diretamente à Federação de Golfe do Estado do Rio de Janeiro. Deivid vinha de um vice-campeonato no Aberto do Aretê Búzios. Thor Salen, do Itanhangá, completou os Top 5, com 233 (77-73-83.

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