Los Andes: Argentina, Chile e Colômbia dominam masculino e feminino, no Paraguai

28/11/2019

Brasil joga mal, é 6º entre os homens e o fantasma do rebaixamento volta a assombrar as mulheres

por | Ricardo Fonseca

Argentina, Chile e Colômbia venceram seus dois jogos de estreia, tanto na chave masculina como na feminina, e saíram na frente na disputa do 74° Campeonato Sul-Americano de Golfe por Equipes – Copa Los Andes 2019, que começou a ser jogada nesta quarta-feira, 27 de novembro, e prossegue até sábado, no campo de par 73 do Yacht Golf Club, em Assunção, no Paraguai. A Los Andes é organizada pela Federação Sul-Americana de Golfe, com apoio do R&A, e reúne nove dos dez filiados do continente, a cada ano, com o último colocado do ano anterior sendo rebaixado.

No feminino, o Brasil, que volta do rebaixamento, perdeu para a Colômbia (1 x 11) e Uruguai (3 x 9) e vem em último lugar, empatado com o Paraguai, surpresa negativa do dia, que também perdeu tudo, apesar de jogar em casa, ter algumas das melhores jogadoras do continente no time e de ter vencido em três dos últimos cinco anos, incluindo o último. Com isso, o fantasma do rebaixamento volta a assombrar as brasileiras, que tentam se redimir nesta quinta-feira, quando enfrentam Peru e Venezuela.

Masculino – No masculino, o Brasil perdeu para o Chile por 1 x 11, e empatou com o Uruguai (6 x 6), para dividir com este a sexta-colocação da Los Andes, com um ponto cada. Peru e Venezuela são os últimos, com duas derrotas cada. Apesar da estreia negativa, o Brasil que venceu em 2018, vindo do rebaixamento, ainda tem chances de lutar pelo título. Nesta quinta, enfrenta Peru e Venezuela, os dois lanterninhas, precisando vencer os dois jogos, onde entra como favorito, para voltar a respirar.

Contra o Chile, equipe fortíssima, o Brasil não teve chances, já saindo com duas derrotas nos jogos de duplas da manhã: Lucas Park e Andrey Xavier perderam para Gabriel Morgan e Juan Basagoitia por 4 & 2 (perdiam por quatro buracos, restando dois a jogar), e Fred Biondi e Daniel Kenji Ishii, perderam para Tomas Gana e Carlos Bustos, por 2 & 1. Thomas Choi não jogou. À tarde, o único ponto brasileiro veio de Andrey, que empatou com Agustin Errazuriz. Choi perdeu para Gana por 7 & 6; Kenji para Bustos, por 6 & 4; e Fred para Moran por 4 & 3. Lucas ficou no banco.

A esperança do Brasil era vencer o Uruguai, jogo que começou empatado nas duplas, com Kenji e Fred ganhando por 3 & 2 de Agustin Tarigo e Martin de Leon, mas Lucas e Andrey perdendo por 1 up para Facundo Alvarez e Franco Martinez. À tarde, Fred venceu Andre Gauthier, por 5 & 3; e Choi ganhou de Alvarez, por 4 & 3, mas Andrey perdeu para Tarigo, por 3 & 2, e Kenji perdeu no 18 para Martinez (1 up), único confronto que poderia ter mudado a sorte do jogo.

Feminino – No feminino, a esperança brasileira era ganhar do Uruguai, que começou ganhando por 3 x 1 nas duplas, mas em dois jogos equilibrados: Nina Rissi e Fernanda Lacaz empataram com Priscilla Fabini e Jimena Marques; e Bia Junqueira e Lauren Grinberg perderam por 2 up (chegaram ao 18 perdendo por uma e perderam também esse buraco) para Sofía García Austt e Maria Bargo. À tarde, com Lauren no banco, Bia venceu Sofia por 1 up, mas foi só. Nina perdeu por 3 & 2 para Priscilla; Meilin Hoshino por 4 & 2 para Ines Rapetti; e Fernanda por 6 & 4 para Jimena.

Contra a Colômbia, o Brasil não teve chances desde a manhã, quando perdeu os dois Foursomes (as duplas são jogadas em tacadas alternadas, o que exige muito entrosamento do time): Nina e Fernanda foram superadas por Cristina Ochoa e Valery Plata por 3 & 2; e Lauren e Bia por Maria Hoyos e Maria Jose Bohorquez, por 4 & 3. À tarde, Fernanda perdeu no 11 (8 & 7) para Valery; Bia para Ochoa, por 3 & 2; e Meilin para Bohorquez, também por 3 & 2. O ponto de honra foi feito por Nina, que empatou com Silvia Garces.

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