Mechereffe tenta recuperar cartão do Web.com Tour, de 5ª a domingo, na final da Q-School

06/12/2017

Brasileiro é um dos dez latino-americanos em campo; Niemann nº 1 do WAGR, é o destaque

 

Membro pleno do Web.com Tour de 2012 a 2014, o gaúcho Fernando Mechereffe, o Toco, de Pelotas, tenta, depois de três anos afastados das competições do circuito mundial, reconquistar um cartão pleno no circuito de acesso do PGA Tour na final da Q-School, que vai ser jogada de quinta-feira a domingo, 7 a 10 de dezembro, no Whirlwind Golf Club, em Chandler, Arizona, nos EUA. Ao todo, dez latinoamericanos estarão em campo, com destaque para o chileno Joaquín Niemann, que chega à competição como o número 1 do Ranking Mundial Amador de Golfe (WAGR).

Nos três anos em que jogou no Web.com Tour – sem nenhum apoio oficial de seu país – Mechereffe participou de 62 torneios, conquistou um vice-campeonato (Price Cutter 2013), três Top 10 e oito Top 25, nos 28 eventos em que passou o corte. Sua esperança de voltar a jogar no circuito terminou em 2015, depois que não reconquistou o cartão nas seletivas e teve seu pedido para jogar na etapa do Brasil do Web.com, em abril de 2105, negado por seu próprio país. Em 2013, Mechereffe chegou à 503ª colocação do ranking mundial de golfe, a melhor de sua carreira e a quarta melhor de um brasileiro – apenas Adilson da Silva, Lucas Lee e Alexandre Rocha tiveram posição melhor do que a de Toco.

Cartões e categorias – Por chegar à final (classificou-se empatado em nono lugar na segunda fase de seletivas), Mechereffe, que completa 35 anos dia 6 de março, já tem garantido um cartão condicional para o Web.com Tour de 2018, mas isso pode lhe garantir apenas a participação em um ou dois torneios, se tanto – vai depender de sua colocação final na seletiva. No ano passado, Mechereffe também chegou à final da Q-School, mas terminou em 131º lugar, ficou como 78º cartão condicional e não conseguiu jogar nada em 2017.

O campeão da Q-School entra na Categoria 2ª, o que lhe dará direito a jogar a temporada completa de 2018. Os que terminarem do 2º ao 10º lugar, entram na Categoria 4, podendo jogar ao menos 12 torneios, até a terceira reclassificação do circuito. Os que ficarem do 11º ao 45º lugar e empatados, podem jogar os oito primeiros torneios, até a segunda reclassificação. Abaixo disso, entram na Categoria 18, com os mais bem colocados na final tendo mais chances de jogar algum torneio do que os últimos. A cada quatro torneios é feita uma reclassificação dentro das categorias, com base no dinheiro em prêmios ganho até então.

Latino-americanos – Joaquín Niemann vai jogar a Q-School como amador com o objetivo de virar profissional caso termine entre os 45 primeiros e empatados. Isso não o impedirá de jogar o Latin America Amateur Championship 2018, no Chile, de 20 a 23 de janeiro, mas caso vença essa competição, não poderá usufruir de seu principal benefício – vaga no Masters de 2018 – caso vire profissional logo depois.

Outro destaque é o argentino Miguel Angel Carballo, que perdeu seu cartão do PGA Tour em setembro e teve que voltar à Q-School para recuperá-lo. Também jogam o argentino Nelson Ledesma, o guatemalteco José Toledo, o colombiano Ricardo Celia e os mexicanos Rodolfo Cazaubón, Gerardo Ruiz, Oscar Fraustro e Armando Favela. Desses, Ledesma e Toledo já têm direito a jogar os primeiros torneios do Web.com Tour 2018, por terem sido Top 5 do PGA Tour Latinoamérica 2017, e tentam melhorar seu status. Carballo tem garantido vaga em alguns torneios, como ex-campeão do Web.com Tour, e Favela já tem cartão condicional, por ter ficado do 76° ao 100° lugar do PGA Tour 2017.

 

 

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