PGA Tour: Rickie Fowler tenta, mas não consegue entregar título do Phoenix Open

04/02/2019

Apesar de lambança história no 11, ele encerrou dois anos de jejum e deu salto no ranking

O americano Rickie Fowler (foto) jogou fora uma vantagem de quatro tacadas de forma bizarra na segunda metade da volta final, mas ainda assim conseguiu se recuperar e vencer o Waste Management Phoenix Open, encerrado neste domingo, 3 de fevereiro, em Scottsdale, no Arizona. Com este título Fowler encerrou um jejum de dois anos no PGA Tour – não vencia um torneio regular desde 26 de fevereiro de 2017, no Honda Classic, e deu um salto de seis posições no ranking mundial de golfe, para voltar aos Top 10, como número 8 do mundo.

Fowler começou a volta final vencendo por 4 tacadas e, no tee do 11, já tinha cinco de vantagem sobre os adversários, quando entrou em “modo desastre”. A chuva começava a se avolumar quando Fowler errou o green do 11 pela direita e viu seu chip passar a bandeira e a bola mergulhar na água, o que lhe deu duas tacadas de penalidade. Fowler então dropou ao lado de uma banca e quando estava no green estudando a jogada, sua bola rolou de volta na água sem ser tocada.

Regras são Regras – Slugger White, Oficial de Regras do PGA Tour, confirmou que como a bola estava em jogo após um drop correto Fowler teria mais uma tacada de penalidade. Do mesmo lugar, Fowler foi para o green com a sexta e embocou um putt de cinco metros para um “bom” triplo bogey-7. Como todo jogador surpreendido pelas Regras, ele reclamou um pouco – “dizem que simplificaram as regras mas tive penalidade por minha bola se mover ser que eu tocasse nela” -, mas a verdade que esse foi o sétimo duplo bogey ou pior cometido por Fowler quando ele liderava numa volta final.

O sul-africano Branden Grace, que jogava no trio da frente, embocou um putt de 15 metros para birdie no 13, seu segundo seguido, enquanto Fowler, ainda irritado com o buraco anterior, fez bogey no 12. Em menos de uma hora, Fowler passou de cinco de vantagem para uma tacada atrás. Certamente ele se lembrou de 2016, quando perdeu para Hideki Matsuyama ao bater o drive para a água do 17, e depois uma madeira 3, de novo para água, no mesmo buraco, no playoff.

Virada – Mas com papai e mamãe – Lynn e Rod – e seus avós maternos – Jeanie e Taka – na plateia, Fowler se encheu de brios, acertou o green do 15, de par 5, com a segunda, para fazer um birdie de dois putts e empatar em primeiro. No 17, par 4 curto, Grace foi na água com o drive, mandou a terceira para a banca e não escapou de um bogey. Fowler, ao contrário, espantou o fantasma de 2016 ao acertar o green do 17 de drive e dar dois putts para novo birdie.

Fowler venceu com 267 (64-65-64-74) tacadas, 17 abaixo, contra 269 (67-64-69-69), -15, de Grace. Justin Thomas, dos EUA, ficou sozinho em terceiro, com 270 (64-66-68-72), 14 abaixo, seguido por três americanos com 272, 12 abaixo: Matt Kuchar (67-65-65-75), Bubba Watson (66-67-68-71) e Chez Reavie (71-69-64-68).

  • Onde Jogar

    Como chegar. Dicas de hospedagem e alimentação. Preços e serviços

  • Turismo

    WCGC Brasil 2019 tem nova seletiva aberta a todos os golfistas, dia 27 de abril, no Terras de São José

  • Golfe 2016

    Jogos do Rio 2016: seis medalhas para seis países diferentes coroam o sucesso do golfe olímpico


  • Newsletter

    Golfe.esp.br - O Portal Brasileiro do Golfe

    © Copyright 2009 - 2014 Golfe.esp.br. Todos os direitos reservados