Profissional Adilson da Silva já é o sexto reserva para os jogos de Tóquio 2020

08/10/2019

Entenda a situação do brasileiro e saiba quem são seus principais concorres pela vaga olímpica

por | Ricardo Fonseca

Ao ser vice-campeão do Taiwan Masters, no último domingo, e subir 62 posições no ranking mundial de golfe (OWGR), onde aparece agora na 309ª colocação, o profissional gaúcho Adilson da Silva reascendeu a esperança de o Brasil ter ao menos um golfista nos Jogos de Tóquio 2020. Na atualização desta semana, Adilson já aparecesse como o sexto reserva da lista de 60 jogadores que estariam classificados hoje para os próximos Jogos Olímpicos, onde terão direito de jogar os 15 primeiros do OWGR, com limite de quatro por país, e mais os jogadores fora dos Top 15, agora com limite de dois por país.

Veja, ao lado, os jogadores na “bolha” de classificação para os Jogos Olímpicos e sua posição no OWGR esta semana

O português Ricardo Santos, 260º do mundo, ocupa esta semana a 60ª colocação do ranking olímpico, sendo o único de seu país no grupo. Logo atrás dele vêm, como primeiros substitutos, caso alguém desista ou perca posições, estão cinco jogadores, e Adilson da Silva. Entre os cinco reservas à frente do brasileiro estão dois indianos – Rashid Khan (264º do ranking) e Gaganjeet Bhullar (270º) – o paraguaio Fabrizio Zanotti (266º), o taiwanês Kwanchai Tannin (294º), que se naturalizou honconguês para tentar ir a Tóquio, e mais um português, Jose-Filipe Lima (296º). Todos os 13 colocados do OWGR entre Filipe Lima e Adilson (309º) são de países já com dois jogadores praticamente garantidos entre os 60 e que não concorrem com o brasileiro pela vaga.

De volta à “bolha”  – Adilson, que defendeu o Brasil na volta do golfe aos Jogos Olímpicos, no Rio 2016, já foi 215º do mundo em 2013, ano em que venceu dois e foi vice em mais dois torneios do ranking mundial e, depois disso raramente deixou os Top 300 do mundo. Desde que a corrida olímpica de dois anos começou em 1º de julho de 2018, Adilson esteve entre os 60 do ranking olímpico na maior parte do tempo, oscilando entre o 55º e o 60º lugar da lista.

O profissional só deixou o ranking olímpico na lista divulgada na semana de 15 de julho deste ano, depois de ter encerrado o primeiro semestre com dois cortes consecutivos e de retornar, quase três meses depois, com um novo corte. O brasileiro amealhou uns pontinhos no torneio seguinte, com um 16º lugar no Indonésia Open, mas continuou caindo no ranking mundial: começou o ano no 266º lugar e caiu para a 371ª colocação na semana passada.

Pontos a defender – A corrida olímpica para Tóquio 2020, terminará na semana do domingo 21 e junho de 2020, ou seja, restam menos de 10 meses do período de dois anos. Como no ranking mundial, os pontos conquistados perdem aproximadamente 1% de seu valor por semana, não há quedas bruscas no ranking, mas elas são contínuas se o jogador parar de pontuar. Adilson tem hoje 28,07 pontos, mas 26,2 foram conquistados no período olímpico iniciado em julho passada.

Até junho de 2020, os pontos válidos de Adilson perderão 40% de seu valor, com o brasileiro podendo contar com uns 15 pontos dos atuais 28. Ou seja, precisa ganhar 13 para voltar à média que tem hoje, e um pouco mais para ter chances de passar a concorrência e ir a Tóquio. Isso significa uma vitória no Tour Asiático (14 pontos para o campeão) ou duas vitórias e um segundo lugar no Tour Africano (6 pontos para o campeão e 4 para o segundo lugar).

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