31/03/2010
Brasileira estréia nesta quinta no Nabisco Championship disposta a provar que a crise já passou

Ângela Park: brasileria em busca da rendenção na temporada de 2010
A brasileira Ângela Park, de 21 anos, entra na tarde de hoje no campo do Mission Hills Country Club, em Rancho Mirage, na Califórnia, disposta a provar que a crise de confiança que a fez abandonar mais da metade da temporada de 2009 já ficou para trás. Mesmo não estando entre as favoritas para vencer o Nabisco Championship, o primeiro major da temporada feminina, a profissional paranaense sabe que tem jogo para estar entre as primeiras num torneio do Grand Slam, como já provou no US. Open ao ser vice-campeã, em 2007, e terceira colocada, em 2008.
Ângela já representou o Brasil em 12 majors, dez deles desde que virou profissional, e acumula três colocações entre as cinco primeiras. No Nabisco, seu melhor resultado foi o 15º lugar em 2006, quando foi a melhor amadora do competição. Ela ficou entre as 30 primeiras em 2007 e 2008, mas não foi bem em 2009, quando passou o corte, mas terminou em 48º lugar.
Confiança – A Estreante do Ano de 2007, quando foi a oitava colocada do ranking do LPGA, e que passou a marca de US$ 2 milhões em prêmios com pouco mais de dois anos no circuito, quase jogou tudo para o alto em junho de 2009, quando entrou em crise de confiança, abandonou vários torneios importantes e nunca mais voltou a jogar bem nas poucas vezes em que ameaçou voltar a campo. Havia dúvidas, até se ela voltaria a competir.
Mas o descanso parecia ter feito bem para a brasileira, que estreou na temporada de 2010 dizendo que estava pronta para retomar a carreira. Com a ajuda de um novo professor – Bryan Lebedevitch, o mesmo de Cristie Kerr – ela tenta reencontrar o golfe que levou o comentarista Johnny Miller a afirmar que ela tinha o “melhor swing do circuito feminino”.
Problemas – Mas o retorno não tem sido fácil para Ângela, que passou o corte raspando e não terminou entre as 50 primeiras nos dois torneios que jogou em 2010. Além de provar para os outros e para si mesma que está no caminho certo, Ângela terá outra preocupação este ano: manter o cartão do LPGA Tour, algo que nunca tirou seu sono nas três temporadas anteriores, incluindo a de 2009, quando já havia amealhado um bom dinheiro antes de a crise começar.
Na situação em que se encontra, passar o corte já será um bom resultado para Ângela, que não se dá muito bem com o campo de par 72 e 6.702 jardas do Mission Hill, um pouco longo para ela, sobretudo agora que voltou a sacrificar a distância dos drives em troca da precisão. Com média de 233,9 jardas, ela é apenas a 100º colocada em distância de drives, mas está ainda pior em precisão (123º lugar). Nem os putts que sempre foram um ponto alto de seu jogo, andam lá muito bem: é a número 52 na média por rodada, melhorando para a 18ª colocação em cima dos greens acertados, que, infelizmente, mal passam da metade.
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