08/10/2010
Dirigente do PGA Tour acredita que patrocinadores levarão à unificação dos tours

Finchem: executivo aposta nos Jogos Olímpicos como aglutinador de um circuito mudial de golfe
Tim Finchem, o executivo-chefe do PGA Tour, acredita que a criação de um Circuito Mundial de Golfe, reunindo todos os tours profissionais é inevitável, embora não arrisque dizer quando ou como isso vai acontecer. Para o dirigente do circuito profissional mais bem pago do mundo a internacionalização dos patrocinadores, que já é uma realidade, vai levar a isso.
O Tour Europeu tem hoje o que mais se aproxima de um circuito mundial, com torneios em cinco continentes. O PGA Tour vai à Malásia pela primeira vez este ano, retorna a Xangai para o único torneio fora dos EUA dos World Golf Championship, a série que nasceu para ser mundial, mas nunca conseguiu, e ainda planeja torneios no Japão e no Brasil. O difícil mesmo é reunir todos no mesmo guarda-chuva.
Marketing – Uma das razões que levam Finchem a acreditar que o Circuito Mundial é inevitável são os interesses de marketing de seus patrocinadores. Ele cita o caso de Phil Mickleson, patrocinado pela Barclays, que promove torneios em Cingapura, na Escócia e em Nova York e ele estará jogando em todos este ano. O PGA Tour é outro exemplo, com patrocinadores como Accenture e Zurich, para não falar dos playoffs da Fedex Cup, que em quatro torneios tem três patrocinadores europeus: o britânico Barclays e os alemães Deutsche Bank e BMW.
“Eu tenho certeza que em algum momento o golfe profissional masculino vai se unir globalmente, uma total integração”, diz Finchem. “Agora, a forma como isso vai acontecer, eu não sei”, explica. “Uma questão é como a competição será organizada, a outra como a estrutura da organização pro trás dela vai se dar, mas a primeira é a mais relevante”.
Caminho – O HSBC Champions, único torneio da série mundial fora dos EUA, vai reunir este ano sete dos dez primeiros do ranking mundial, em Xangai. Ernie Els, Retief Goosen, Adam Scott, K.J. Choi e Ryan Palmer também estarão lá, depois de jogar na Malásia. Vários deles seguem para jogar em Cingapura e depois em Dubai. Tiger toma outro rumo e volta para jogar na Austrália.
O Tour Europeu foi o primeiro a ter torneios na Ásia e já chegou a ter mais torneios na China do que na Escócia. Finchem diz que ele e George O`Grady, o executivo-chefe do Tour Europeu, estão trabalhando cada vez mais juntos, e um dos motivos é a volta do golfe aos Jogos Olímpicos, no Rio de Janeiro, em 2016. “Os Jogos Olímpicos vão ser o elemento decisivo na criação de um tour mundial”, aposta. “Por isso seu sucesso é tão fundamental”.
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