13/08/2019
Clubes tradicionais se opunham a permitir que clube emitisse handicap, com medo de perder sócios
Desde o final dos Jogos Olímpicos do Rio 2016, o Campo Olímpico de Golfe vinha tentado se filiar à Federação de Golfe do Estado do Rio de Janeiro, mas não era aceito, vetado pelos campos tradicionais da cidade, que temiam perder associados para o “concorrente”. Afinal, enquanto o Campo Olímpico permitia jogar quantas vezes quisesse por aproximadamente RS 1 mil por mês, a mensalidade dos clubes tradicionais, que oferecem muito mais do que golfe, custavam pelo três vez mais, e isso num momento de forte crise econômica no país. Por isso, o Campo Olímpico não era filiado e as rodadas jogadas lá não valiam para handicap índex, apesar de o campo ter sediado competições oficiais, como o Aberto do Brasil, do PGA Tour Latinoamérica.
Mas “em assembleia realizada na última semana, no Gávea Golf & Country Club, foi aprovada a filiação do Campo Olímpico de Golfe à Federação de Golfe do Estado do Rio de Janeiro (FGERJ)”, publicou a FGERJ em seu site. “Brevemente, todos os associados dos clubes filiados à FGERJ poderão desfrutar de uma tarifa diferenciada de green-fee, válida para qualquer dia da semana, no Campo Olímpico, na Barra da Tijuca: R$ 120. Mais detalhes serão divulgados posteriormente em nosso site”.
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