Mundial Juvenil: Brasil começa e termina em último lugar no Japão. EUA vencem por nove

17/06/2016

Rohan Boettcher, em 43º, foi o melhor da equipe brasileira que não teve mais nenhum Top 50

 

 

Denis, Boettcher, Victor e Choi: os brasileiros no Mundial Juvenil do Japão

por Ricardo Fonseca

O Brasil terminou a Junior Golf World Cup, o Mundial Juvenil, como começou: em 15º e último lugar. Ter sido vice-campeão sul-americano e ganhar uma das duas vagas do continente para a competição anual no Japão foi um feito e tanto, comeptir no Japão uma grande experiência de vida, mas na hora de medir forças com as potencias do golfe mundial, o Brasil mostrou mais uma vez que não está preparado, como provam tanto o resultado por equipes como os individuais, onde Rohan Boettcher, em 43º entre os 60 jogadores foi o melhor brasileiro, seguido por Thomas Choi, em 51º, e por Denis Kakimoto e Victor Pinto, nas duas últimas posições.

Ninguém jogou abaixo do par no time do Brasil que teve como melhor volta o 71, par do campo, de Choi, de apenas 14 anos e mais jovem jogador entre todos os competidores, no primeiro dia. Todas as demais 15 volta do time de Alto Rendimento da Confederação Brasileira de Golfe, que teve Vinicius Muller como técnico e Luiz Miyamura como capitão, foram acima do par, num torneio onde os 41 primeiros colocados quebraram o par ao menos um dia, muitos em quase todas as rodadas.

Campeões – Os EUA, que haviam virado o jogo nas rodadas intermediárias no Ishino Course, do Chukyo Golf Club, em Toyota City, com duas voltas seguidas de 202 (valiam os três melhores resultados de cada time, com um descarte, por dia), despacharam os adversários para vencer com 816 tacadas, 36 abaixo do par, e nove de vantagem dobre a Alemanha, que liderou apenas no primeiro dia e terminou em segundo com 825 (-27). A Tailândia ficou em terceiro, com 22 abaixo, seguida por Coreia e África do Sil, com 20 abaixo cada, e pelo Chile, o outro sul-americano em campo, com 15 abaixo. O Brasil somou 37 acima.

Além do bom resultado por equipes, o Chile comemorou ainda o título individual de Joaquín Niemann, que fez a melhor volta de todo o torneio nesta sexta, na volta final, ao jogar nove abaixo e somar 267 (68-71-66-62) tacadas, 17 abaixo do par. O sul-africano Dylan Naidoo foi o segundo na classificação individual ao somar 272 (66-68-65-73), 12 abaixo. Os alemães Max Schmitt e Marc Hammer, o americano Norman Xiong, o japonês Takumi Kanaya e o tailandês Sadom Kaewkajana, empataram em terceiro, com nove abaixo. O sul-africano Hermaus Loubser, 12º colocado com 277 (69-70-79-68), sete abaixo, foi o único entre os 60 competidores a jogar todas as quatro voltas abaixo do par.

Rohan Boettcher somou 293 (75-72-73-73) tacadas, nove acima, e não foi só o melhor como também o mais regular do time brasileiro, em seu 43º lugar. Choi somou 297 (71-76-74-76), 13 acima, em 51º; Denis Kakimoto terminou com 306 (77-75-75-79), 22 acima, em 59º; e Victor Pinto marcou 307 (78-76-81-72), 23 acima, em 60º.

Meninas – Na competição feminina, para a qual o Brasil não se classificou, os EUA venceram de virada com 558 tacadas, 13 abaixo, contra 13 abaixo do Japão, que ficou com a prata, e quatro abaixo da Espanha, medalha de bronze. A Argentina, única sul-americana, prejudicada após perder Agustina Zeballos, que teve que deixar o torneio após o primeiro dia, acabou empatada em sétima entre nove times.

No feminino, jogado com par 72, por equipes de três jogadoras, valendo dois resultados por dia, a campeã individual foi Kristen Gillman, com 278 (66-69-71-72) tacadas, dez abaixo. Mone Inami, do Japão, ficou em segundo, com seis abaixo, seguida pela americana Alyaa Abdulghany e pela japonesa Riri Sadoyama, com cinco abaixo. A argentina Macarena Aguilera foi a melhor sul-americana, com 292 (73-71-73-75), quatro acima. em 13º entre 27 jogadoras.

No masculino jogaram ainda Suécia, sétima colocada, com 11 abaixo; Japão, oitavo, com 4 abaixo; Nova Zelândia e Noruega, em nono, com uma abaixo; Canadá, 11º, com 1 acima; México, 12º, com 11 acima; Holanda, 13º com 22 acima, e Zimbábue, 14º, com 23 acima. No feminino, a Coreia ficou em quarto, com três abaixo; a Itália em quinto, com dois abaixo, o México em sexto, com quatro acima; a Africa do Sul empatou com a Argentina em sétimo, com 11 acima; e a Austrália foi a lanterninha, com 28 acima.

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