09/11/2016
Rodrigo já garantiu o seu. Torneio que começa nesta quinta, é o penúltimo torneio da temporada regular
Becker e Stapff: dois torneios para chegar aos Top 60 e manter o cartão para 2017, sem necessidade de voltar à Q-School
por Ricardo Fonseca
Enquanto o paulista Rodrigo Lee, com o cartão garantindo para 2017, entra em campo no Argentina Classic, apresentado por NEC, de quinta a domingo desta semana, 10 a 13 de dezembro, no campo do Las Praderas de Lujan, e, Lujan, Buenos Aires, com a única preocupação de jogar bem, o também paulista Rafa Becker e o paranaense Daniel Stapff, têm como principal objetivo terminar no topo do placar e ganhar dinheiro suficiente para continuarem como membros do circuito na próxima temporada.
O Argentina Classic é o penúltimo torneio da temporada regular, que termina na próxima semana (17 a 20) com o 111º VISA Open de Argentina, no Olivos GC, Buenos Aires, quando serão conhecidos os Top 60 do ranking que, além de manter o cartão, ganharão o direito de jogar o torneio de encerramento do ano, o Shell Championship, de 1º a 4 de dezembro, no International Links CC, em Miami, na Flórida. Para os três eventos, a bolsa de prêmios é de US$ 175 mil.
Brasileiros – Rodrigo Lee, não começou bem o ano, mas se recuperou nos últimos nove torneios, quando conseguiu cinco colocações entre os 15 primeiros e outro Top 20, para somar US$ 21,5 mil em prêmios e ficara na 36ª colocação do ranking, com folga o suficiente para saber que não deixará mais os Top 60. Sua meta agora é ganhar o máximo de dinheiro para ganhar confiança e financiar seu próximo anos, uma vez que terminar entre os Top 5, que ganham cartões para o Web.com Tour, exigiria que ele vencesse dois dos três torneios finais.
Para Becker, que está em 88º do ranking, com US$ 8 mil ganhos em nove torneios, chegar entre os Top 60 vai exigir que ele pelo menos dobre os prêmios que ganhou até agora, mas ele está animado de voltar4 ao campo onde conseguiu o último Top 10 de sua carreira no PGA Tour LA, em 2015. “Esse é um campo onde gosto de jogar, joguei bem no ano passado e no ano anterior; também joguei o Sul-Americano juvenil aqui e conheço o campo bem”, diz. “Os fairways estão melhores, há mais rough, então é preciso jogar do fairway para ter chances de birdie nos greens bastante ondulados, ainda mais porque se esperam voltas baixas de todos”, completa Becker que garantiu vaga por ter terminado Top 20 no torneio anterior, na Colômbia.
Stapff, 106º do ranking com US$ 5,7 mil ganhos, não está sem situação muito pior, mas também só tem dois torneios para mostrar serviço, o que aumenta a pressão. Chegar a US$ 15 mil, no mínimo, é o que ambos precisam para ter chances de terminar a próxima semana entre os Top 60. Caso contrário, terão que disputar uma das quatro seletivas programadas em países diferentes, para voltar ao circuito em 2017.
Destaques – Um dos destaques e grande favorito ao título é o argentino Andrés Romero, que já venceu no PGA Tour (Zurich Classic de New Orleans), quando foi o estreante do ano, em 2008. Há ainda cinco membros do Web.com Tour em campo, os americanos Brad Adamonis, Brad Brunner, Brad Hopfinger, Brian Richey e Jay Woodson. Os golfistas dos EUA são a maioria em campo (53), quase rivalizando com os argentinos (49), sendo 21 por convite, incluindo Romero, e sete classificados no Monday Qualifying.
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