Profissionais: bogey no 17 tira Luiza Altmann da volta final de seletiva nos EUA

26/08/2019

Sem poder jogar no LPGA ou Symetra Tour, Europa passa a ser a alternativa da brasileira

Luiza na Austrália; talento brasileiro em busca de nova oportunidade. Foto: Tristan Jones/LET

por | Ricardo Fonseca

Um bogey no buraco 17 fez com que a profissional paulista Luiza Altmann ficasse a uma tacada de se classificar para a rodada final da primeira fase de seletivas para a temporada 2020 do LPGA Tour e Symetra Tour, disputada em três campos do Rancho Mirage, Califórnia, e encerrada neste domingo, 25 de agosto. Sem poder jogar na rodada final, Luiza viu seu sonho de jogar no principais circuitos profissionais dos EUA e em seu tour de acesso, adiado mais uma ano.

Sem ritmo de jogo, Luiza não vinha jogando bem, mas tinha boas chances de ficar entre as 151, entre mais de 350 jogadoras, que disputaram essa seletiva nos campos Dinah Shore e Arnold Palmer, do Mission Hills Country Club, em Rancho Mirage, e no Shadow Ridge Golf Club, em Palm Desert, ambos na Califórnia. Luiza estreou jogando 75 (+3) no Dinah Shore, marcou 76 (+4) no Arnold Palmer, e 72, e sábado, no Shadow Ridge, vinha classificada após os 16 primeiros buracos jogando um abaixo no dia e seis abaixo no total.

Faltou pouco – O bogey no 17, seguido de par no 18, deixou Luiza com um cartão de 72 tacadas, o par do campo, mas sete acima no total de três dias. O corte foi em seis acima. Tivesse ficado entre as 151 jogadoras que disputaram a quarta rodada, no Dinha Shore, Luiza teria passado para a segunda fase jogando um abaixo na volta final, uma vez que 96 jogadoras, com cinco acima ou melhor, avançaram para a segunda série de seletivas.

Para o golfe brasileiro foi uma grande perda, pois Luiza é a mais talentosa profissional de sua geração e teria plenas condições de se classificar para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 se estivesse no primeiro semestre do próximo ano em um circuito que dá pontos para o ranking mundial. Mas nem tudo está perdido. Resta a Luiza jogar nas seletivas para o Tour Europeu Feminino (LET) e seu circuito de acesso, o LET Access, que distribui pontos como seus correspondentes masculinos, o Korn Ferry Tour americano e o Challenge Tour europeu. Luiza começou carreira no LET, em 2018, mas perdeu o cartão no final do ano.

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