11/03/2011
Brasileiro foi o segundo jogador mais regular nas tacadas do tee no torneio do PGA Tour

Rocha: jogo sólido no primeiro dia pode lhe trazer o melhor resutlado da temporada de golfe de 2011
por: Ricardo Fonseca
Depois de se destacar como um dos 12 jogadores que mais acertou greens no PGA Tour em 2011, o brasileiro Alexandre Rocha acertou a mão também nos drives, para jogar 69, três abaixo do par, e estrear empatado em 20º lugar no Puerto Rico Open, torneio do PGA Tour, com US$ 3,5 milhões em prêmios, que começou a ser jogado nesta quinta-feira, no Trump International Golf Club, em Rio Grande. Além de bater longe, com média de quase 310 jardas nos drives, Rocha foi o segundo jogador mais preciso em campo a partir dos tees, errando apenas duas raias durante todo o dia.
Apesar da boa volta, Rocha não está em situação tão cômoda e precisa volta a jogar bem para passar seu terceiro corte na temporada, uma vez que há muita gente embolada. Pelo resultado desta quinta-feira, o corte seria no par do campo, ou um uma abaixo. De qualquer forma, pelo que mostrou ontem em campo, Rocha foi um jogador mais sólido e tem a oportunidade de fazer seu melhor resultado do ano no PGA Tour e até de marcar pontos para o ranking mundial de golfe. Nesta sexta ele joga na turma da manhã, pelo tee do 10, a partir das 9h30 do Brasil.
Números – O fundamento em que Rocha não esteve tão bem desta vez foram justamente as tacadas para a bandeira, que vinham sendo o seu forte. O brasileiro errou cinco greens, três deles nos primeiros quatro buracos. Felizmente Rocha conseguiu salvar o par em quase todas essas ocasiões, com exceção do buraco 4, onde caiu na banca e deu dois putts. Já as duas únicas raias que Rocha errou durante todo o dia não custaram tacadas ao brasileiro, que salvou o par na primeira e desperdiçou um dos pares cinco do campo na segunda.
Dos cinco birdies de Rocha na rodada, três foram em pares cinco, fazendo valer sua boa distância e precisão do tee. O seu outro único bogey de Rocha, além daquele da banca do 4, foi no buraco 11, onde deu três putts. Ao todo, Rocha deu 29 putts, uma boa conta, embora a média de 1,77 putts por green acertado, ainda um pouco alta, tenha lhe custado a chance de ficar mais próximo da liderança.
Fundamentos – É claro que essas estatísticas são apenas uma referência e não podem ser analisadas separadamente. Quem bate mais longe e acerta mais raias tem chances de bater ferros mais curtos para o green e deixar a bola mais perto da bandeira, aumentado as chances de embocar. Assim, embocar pouco tanto podem ser resultado de putts ruins como de ter chegado aos greens muito longe da bandeira. Mas mostram claramente uma tendência, que em Rocha é das melhores.
O americano James Driscoll, que fez um eagle e nove birdies, sendo sete consecutivos, antes de devolver duas tacadas nos três buracos finais, lidera com nove abaixo e duas de vantagem sobre Will MacKenzie, que vem em segundo, com sete abaixo, numa volta sem erros. O argentino Angel Cabrera, campeão de dois majors, terminou em terceiro, com seis abaixo, nove tacadas à frente de seu filho Federico, de 22 anos, que pela primeira vez joga a seu lado em um torneio do PGA Tour e está ameaçado de não passar o corte, com três acima.
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