Rodrigo Lee tem chances de entrar para o ranking mundial de golfe, neste sábado

14/05/2016

Ele chega à rodada final na República Dominicana em sexto lugar. Stapff vem em 36º

 

Rodrigo Lee: fazendo a melhor exibição de sua carreira profissional no golfe. foto Enrico Berardi/PGA Tour

por Ricardo Fonseca

Depois de jogar 25 torneios válidos para o ranking mundial de golfe, o paulista Rodrigo Lee terá, neste sábado, a maior chance de sua carreira para pontuar e se tornar o sétimo brasileiro, mas apenas o sexto em atividade (Fernando Mechereffe abandonou o esporte por falta de apoio), a integrar a lista de elite do esporte, que hoje lista apenas o nome de 1773 profissionais dos cinco continentes. O ranking mundial é tudo no golfe, servindo para classificar os jogadores para os principais torneios do mundo, incluindo os Jogos Olímpicos.

Para entrar no ranking pela primeira vez na carreira, Rodrigo, que começou o torneio em quarto lugar e se manteve em sexto nas após as duas rodadas seguintes, precisa apenas continuar entre os Top 6, ou empatados, na volta final do Republic Open, torneio do PGA Tour Latinoamérica, com US$ 175 mil em prêmios, que termina neste sábado, no Teeth of the Dog, na Casa de Campo, em La Romana, na República Dominicana. O torneio foi antecipado em um dia, começando na quarta-feira, por causa das eleições gerais no país marcadas para este domingo.

Brasileiros – Rodrigo piorou de resultado a cada dia, mas isso não é nenhum demérito nesse difícil campo à beira mar projetado por Pete Dye, o mesmo arquiteto do TPC Sawgrass, onde está sendo jogado o The Players do PGA Tour até domingo. Lucas somar 211 (68-71-72) tacadas, cinco abaixo do par, o suficiente para empatar em sexto com mais cinco jogadores. Nesta sexta-feira, no terceiro dia, Rodrigo, que joga com patrocínio da HoneyTex, sobreviveu a um duplo bogey e dois bogeys, um deles no buraco final, para completar sua terceira rodada seguinte sem jogar acima do par.

Daniel Stapff, da equipe YKP/Azeite 1492, também começou entre os Top 10, ao jogar três abaixo na estreia, mas perdeu terreno com duas voltas acima do par e vem em 36º lugar, com 216 (69-73-74), o par do campo. Há 15 jogadores uma ou duas tacadas à sua frente, o que ainda lhe permite sonhar com um Top 20 ou melhor se seu jogo encaixar na volta final. Nesta sexta, Stapff vinha uma abaixo, até devolver três tacadas nos quatro buracos finais. Repetindo o que acontecera no primeiro dia, não houve rodadas sem bogeys nessa terceira rodada. Rafael Becker também participou, mas jogou 78 68 para perder o corte por apenas uma tacada.

Liderança – Os latino-americanos vêm tendo uma atuação acima da média no circuito dominado pelos norte-americanos. O argentino Rafael Echenique (73-68-66), que igualou a melhor volta da semana, nesta sexta, divide a ponta com o americano Timothy Oneal (72-67-68), ambos com 207 tacadas, nove abaixo. O boliviano Sebastian MacLean vem sozinho em terceiro, com oito abaixo (69-71-68) e é apenas um dos quatro jogadores em campo que quebrou o par do campo nos três dias. Outro deles é Brad Gehl, dos EUA, é o quarto com sete abaixo (69-69-71), seguido pelo americano Ken Looper, com seis abaixo (66-69-75).

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