The Players: Liderança de Tiger está por um Phil

09/05/2010


Fracasso de Woods e recuperação de Mickelson reascendem disputa pelo posto de nº1


Phil Mickelson: mais perto do que nunca da liderança do ranking mundial de golfe
  Phil Mickelson: mais perto do que nunca da liderança do ranking mundial de golfe

Os quatro bogeys que Tiger Woods fez na volta deste sábado, dois deles nos dois buracos finais, não muraram muito a sorte do número 1 do mundo no The Players Championship, aonde vem andando de lado e permanece em 45º lugar com 212 (70-71-71) tacadas. Mas a recuperação de Phil Mickelson, que fez sete birdies deste sábado e só devolveu uma tacada no 18, o fizeram subir 35 posições, para o 11º lugar, com 207 (70-71-66) tacadas e fez renascer a possibilidade de ele tomar de Woods a liderança do ranking mundial de golfe.

Não será uma tarefa fácil, uma vez que para ser o golfista número 1 do mundo Mickelson precisa vencer – agora que Tiger não vai chegar mesmo entre os cinco primeiros – e quem vem na liderança isolada, cinco tacadas à sua frente, é o inglês Lee Westwood. Ele está com 202 (67-65-70) tacadas e provou que sabe jogar grandes torneios, ao terminar entre os três primeiros nos últimos três majors do golfe profissional.

Westwood – Mesmo jogando mal neste sábado, Westwood, que vai começar a próxima semana como número 3 do mundo, ganhando a posição de Steve Stricker que não jogou no TPC Sawgrass, na Florida, por estar contundido, é um adversário difícil de ser batido. O mais provável é que, se voltar a jogar bem, Mickelson consiga terminar entre os primeiros e reduza drasticamente a diferença que o separa de Woods no ranking mundial, hoje em 1,51 ponto, deixando para dar o bote no próximo torneio, que pode ser o Byron Nelson o Colonial, ou o próprio U.S. Open, já com Woods líder do ranking mundial de golfe por 300 semanas consecutivas e 600 no total.

Uma coisa é certa. Mickelson é hoje melhor do que Woods e melhor jogador em atividade, diga o ranking mundial o que quiser. Ele venceu o The Tour Championship, o torneio final dos playoffs do PGA Tour; o HSBC Champions; da série mundial; e o Masters, sempre com Woods em campo e pressionando.

Decepção – Tiger, ao contrário, está perdido com os tacos nas mãos, errando raias e greens em profusão, e agora também falhando nos putts decisivos, como no final da rodada deste sábado, onde não embocou para birdie no 16, deu três putts no 17 e não salvou o par no 18. Suas “viuvas” estão inconformadas, procurando as mais diversas desculpas para o fraco desempenho do ídolo, mas a verdade é uma só: ele não estã jogando bem.

Infelizmente para Westwood e Mickelson, a disputa pelo título do torneio mais bem pago da temporada – US$ 9,5 milhões em prêmios, sendo US$ 1,7 milhão para o campeão – está longe de se restringir a eles. O australiano Robert Allenby, que de bobo não tem nada, vem em segundo, uma tacada atrás, e Lucas Glover, campeão do U.S. Open, em terceiro, a duas do líder, empatado com a sensação italiana Francesco Molinari.

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