Web.com Tour: Alexandre Rocha passa corte, mas não joga bem no BMW Pro-Am

23/05/2016

Depois de chegar a Top 20, brasileiro termina em último e perde terreno na corrida para o PGA Tour

 

Rocha: precisando repetir os bons resultados do começo da temporada

por Ricardo Fonseca

Num circuito de golfe tão competitivo como o Web.com Tour, passar cortes pode significar muito pouco se você não conseguir se destacar. É o que vem acontecendo com o profissional paulista Alexandre Rocha, que chegou às finais em cinco dos sete torneios que jogou, incluindo o BMW Charity Pro-Am, encerrado domingo, no Thornblade Club, em Greer, na Carolina do Sul, depois de passar de um rodizio de três dias que incluiu ainda o The Preserve at Verdae e The Reserve at Lake Keowee.

Rocha que chegou a ser top 20 após boas voltas intermediárias, terminou empatado em 64º e último lugar entre os finalistas, com 282 (69-66-73-74) tacadas, quatro abaixo do par. O prêmio de US$ 1,7 mil, ajudou, descontados os impostos, a pagar as despesas da viagem, mas não para que Rocha subisse no ranking do circuito, que, no final da temporada, dará aos 25 primeiros cartões para o PGA Tour. O brasileiro na verdade perdeu mais cinco posições, para ser o 48º da lista, com US$ 36,9 mil ganhos até agora.

Bom começo – Para quem esteve entre os Top 25 após um sétimo lugar na Colômbia, em fevereiro, e um 14º no Brasil, em março, é desesperador ver a chance de voltar ao PGA Tour no final de agosto ficar cada vez mais distante. Pontos para o ranking mundial e a chance de garantir uma segunda vaga para representar o Brasil nos Jogos do Rio 2016 também vão ficando longe. Esta semana não já jogo e, depois delas, apenas mais cinco torneios até a definição da corrida olímpica.

Rocha, ao menos, vai se mantendo entre os Top 75 que terão do direito de disputar uma repescagem, em mais quatro torneios, por outras 25 vagas para o PGA Tour. Chamados de The Finals, esses torneios não são nada fáceis, pois reunirão também os 75 primeiros que perderem seus cartões do PGA Tour, ou seja, os classificados de 126º ao 200º lugar, grupo onde hoje estaria Lucas Lee.

Talento – Rocha tem jogo para reverter isso, como comprovam as 12 voltas em que quebrou as 70 tacadas na temporada, metade das que jogou, incluindo um 64 no São Paulo GC, um 65 no Panamá e um 66 esta semana no Thornblade Club, e isso com bogeys no 1 e no 18. Mas não dá para perder mais terreno, sob pena de se complicar.

O vencedor do BMW Pro-Am foi o americano Richy Werenski , com 21 abaixo do par (68-67-65-65). Três jogadores empataram em segundo, com 19 abaixo: os americanos Zack Sucher, Brian Campbell e o australiano Brett Drewitt. Wesley Bryan, dos EUA, lidera o ranking com US$ 280,7 mil ganhos. O 25º e último da zona de classificação direta para o PGA Tour tem 65 mil ganhos.

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